Câmbio leva impressão de livros para a China
A valorização do real tem levado editoras brasileiras a imprimir suas publicações bem longe do Brasil, mais precisamente, na China e na Tailândia, onde a mão de obra é bem mais barata. Livros como Guia de vinhos do mundo todo, da Jorge Zahar Editor, e coleção Primeiras descobertas, da Caramelo (um selo da Siciliano), foram impressos em gráficas chinesas e tailandesas em sistema de co-impressão.
No modelo de co-impressão, ou co-edição, a editora que detém os direitos autorais da obra reúne editoras de vários países interessadas no mesmo título e organiza a impressão dos exemplares na Ásia. A idéia não é nova no mercado editorial, mas, segundo Cynthia A. Gilbert, gerente internacional de licenciamento da editora inglesa Dorling Kindersley para o Brasil (DK), as compras de licença em co-edição têm crescido nos últimos três ou quatro anos.
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