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As facetas da alma humana

23 de janeiro de 2007
1 min de leitura
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“Você vai escrever, depender de escrever, viver para escrever. (…) será uma escritora que a gente reconhece pela maneira de escrever. (…). E saiba que se fosse ruim, eu diria porque estou cheio de textos ruins que me mandam autores pretensiosos. Se existe alguma coisa séria na mina vida é a literatura.” Assim sentenciou Ignácio de Loyola Brandão para Laïs de Castro ao acabar de ler seu livro, Um velho almirante e outros contos (Arx, 142 pp., R$ 24). Laïs de Castro transita entre uma mulher encantada pela doçura de seu amante, quanto aquela que foge do marido e da “filha abobada” para viver sozinha, em frente ao mar; tanto pelo menino que vê sua vida se transformar pela chegada de um velho almirante (que dá nome ao livro), quanto para o travesti que se apaixona pelo motorista de ônibus.

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