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14 de janeiro de 2007
1 min de leitura

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Com a morte do crítico literário Léo Gilson Ribeiro, convém saber que ele guardava um pequeno desenho de um mapa, com traços a lápis preto, azul e vermelho. Parece, e é, o traçado de um rio e de uma fronteira. Não tem legenda nem assinatura. Se alguém o encontrar, saiba que não é um papel qualquer. Segundo Élio Gaspari, é uma descrição da disputa fronteiriça que houve nos ano 60 entre o Brasil e o Paraguai. Seu autor foi o escritor Guimarães Rosa, que, à época, chefiava a divisão de fronteiras do Itamaraty.

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