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Quando o livro se torna um caso de polícia

13 de janeiro de 2007
1 min de leitura

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As razões para a depredação e o furto de livros não estão ligadas a classes sociais nem variam conforme os costumes de diferentes regiões do país. Assim como a biblioteca pública, o desrespeito, garantem os bibliotecários, é democrático. Pobres e ricos, jovens e velhos, universitários e estudantes do ensino médio, moradores dos centros urbanos e moradores de zonas rurais — as obras públicas sofrem com o mau uso por parte de qualquer tipo de leitor.

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