Publicidade
Voltar CLIPPING

Mosaico de promessas em um livro de estréia

06 de janeiro de 2007
1 min de leitura

Publicidade
Publicidade

Vez por outra autores saem de trás das penas e entram na narrativa. Jorge Luis Borges, cujas vida e obra eram constantemente comparadas, é um dos
que têm sido levados por esse percurso, com personagens como Jorge de Burgos, o
monge cego guardião da biblioteca do mosteiro de O nome da rosa, de Umberto Eco, e o detetive de Borges e os orangotangos eternos, romance policial de Luis Fernando Verissimo. A secretária de Borges, de Lúcia Bettencourt, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2005 na categoria contos, foi lançado em 2006, ano em que se comemorou as duas décadas de morte do escritor argentino e vem se juntar à galeria. No conto que dá titulo à obra, Lúcia recupera um Borges em seu momento talvez mais emblemático: a cegueira e a continuidade de seu processo criativo.

Tags:
Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade