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Antigüidades

21 de dezembro de 2006
1 min de leitura

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O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais ajuizaram uma ação civil pública perante a 5ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte para obrigar o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a promover um cadastro nacional para o registro de todos que negociam antigüidades, obras de arte de qualquer natureza, manuscritos e livros antigos. O objetivo é impedir que artigos sejam dilapidados. Estima-se que 60% do patrimônio cultural mineiro tenha sido deslocado de seus locais de origem, encontrando-se atualmente nas mãos de colecionadores.

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