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Imprensa é pálida sombra dos 80

13 de dezembro de 2006
1 min de leitura

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Simon Reynolds, 43, é representante de uma época em que quem ditava o que seria moda na música eram semanários britânicos como “NME” e “Melody Maker”. Autor de livros sobre eletrônica e pós-punk e colaborador de jornais como o “New York Times”, o jornalista inglês ganha sua primeira coletânea em português, Beijar o céu (Conrad, 229 pp., R$ 27.90). Em entrevista à Folha, Reynolds fala sobre a imprensa inglesa, a crítica e o “hype”.

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