O rascunho de uma nação
Depois que o historiador mais famoso do mundo, o inglês Eric Hobsbawm, o chamou de “colega”, Eduardo Bueno (conhecido também como Peninha) ficou todo prosa (digo, só um pouco mais prosa), e deixou de dar bola às críticas que se fazem a seu trabalho. Autor de pelo menos quatro best-sellers sobre a história do Brasil (só a coleção “Terra Brasilis” já vendeu meio milhão de cópias), o jornalista e escritor enfrentou narizes torcidos de acadêmicos, que o viam como um simplificador da história, autor de textos rasos e sem embasamento teórico. Mas o fato é que Bueno, 48, é um sujeito aplicado, basta ver a quantidade de detalhes com que reconstitui passagens e a variedade da bibliografia que consulta.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


