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Cem anos de encantos mil

27 de outubro de 2006
1 min de leitura

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No ano do centenário de seu nascimento, o autor de “Cidade maravilhosa”, morto em 1974, é homenageado com uma exposição no Instituto Moreira Salles, na Gávea, de hoje até 25 de fevereiro de 2007. O instituto recebeu de Suely Ribas, sobrinha de André Filho, todo o acervo desse compositor. São milhares de itens, como partituras manuscritas e editadas, fotografias, documentos, reportagens de jornais (que o próprio André recortava e guardava), poemas e objetos pessoais. Os visitantes verão, por exemplo, o primeiro instrumento que ele estudou, um bandolim. Depois, ele aprendeu a tocar banjo, piano, cavaquinho, violão, violino e percussão. Recebemos todos esses instrumentos, mas eles não estarão na mostra pois estão sendo restaurados — ressalva José Luiz Herencia, coordenador da área musical do Instituto Moreira Salles. Uma biografia de André Filho está sendo escrita pelo pesquisador Ricardo Cravo Albin e deverá ser lançada daqui a quatro meses.

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