Tudo (ou quase) sobre nossas mães
“Mãe é o conjunto da obra”, sentencia a jornalista Cristina Ramalho sobre o livro que lança hoje: Aprendi com minha mãe (Versar, 264 pp., R$ 36), às 20h, no Sesc Pinheiros em São Paulo. A edição, versão feminina de Aprendi com meu pai (Versar, 251 pp., R$ 34,90), reúne 52 personalidades que responderam a uma questão aparentemente simples: ‘Qual foi a lição mais importante que você aprendeu com sua mãe?’ A resposta se revela complicada porque, como bem observou Cristina ao longo do processo de criação e entrevistas do livro, mães não dão lições pontuais, mas fazem o trabalho de formiguinha. “Com pai, há sempre um episódio ou outro muito pontual e simbólico que pode ser usado como exemplo. Com as mães, aprendemos no dia-a-dia, tudo é mais diluído.”
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