Altos e baixos do Oscar da literatura
Estamos em plena saison dos prêmios literários. O Jabuti saiu no mês passado; o Nobel, nove dias atrás, para Orhan Pamuk; o Man Booker Prize, dois dias antes, para The inheritance of loss, da anglo-indiana Kiran Desai; o Goncourt está na bica; e o vencedor do National Book Award será anunciado em 15 de novembro. Nenhum supera o Nobel, imbatível há 106 anos nos quesitos prestígio, repercussão, recompensa (além de uma medalha de ouro, o felizardo recebe o equivalente a R$ 3 milhões), surpresas e injustiças (até nisso se compara ao Oscar). O Pulitzer – divulgado em abril, como o espanhol Cervantes – tem menos vexames em seu currículo, mas sofre de uma limitação insuperável: não é um galardão internacional.
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