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Filho de João Goulart lança livro sobre o exílio da família
09 set 2026
Na coluna passada, ao comentar o livro Lembrar escrever esquecer, de Jeanne Marie Gagnebin, mencionei o fato de que a autora teve papel importante na recepção da obra do filósofo alemão Walter Benjamin no Brasil. A alusão pode induzir o leitor a pensar que se trata de caso isolado, circunscrito aos departamentos de filosofia e aos germanistas. Outro livro, porém, vem dar visibilidade a um fenômeno que surpreende por sua exuberância: Benjamin, Brasil(Annablume, 408 pp., R$ 60), de Gunter Karl Pressler, mostra que o autor de ensaios como O narrador e O flâneur não apenas está presente em nosso meio intelectual desde os anos 60 como encontrou por aqui leituras pioneiras.
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