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As diversas vozes libertárias da África

13 de agosto de 2006
1 min de leitura

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Em meio a crises e guerras intermitentes, a África é um continente que resiste. É o que defendem o angolano Ondjaki e o nigeriano nascido nos Estados Unidos Uzodinma Iweala, destaques do último dia da 4ª Festa Literária Internacional de Paraty. Juntos, eles participaram da mesa África, Áfricas, em que pretendiam desvendar a realidade de países destruídos pela guerra, a partir de seus romances em que mostram a face humana do continente. Os dois autores têm livros que utilizam crianças como narradores personagens e abordam os efeitos da guerra. “Penso que é natural que esse assunto aflore em autores provenientes de países que estão marcados por conflitos armados. Todos os assuntos são válidos em literatura. Espero ler o livro de Uzodinma e de encontrar a sua versão interna, a história que ele inventou e quis contar. O que me interessa nos livros é o lado literário acima de tudo.”, diz Ondjaki em entrevista ao Estado.

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