O misterioso mundo das artes
Em O caderno de Michelangelo (Rocco, 360 pp., R$ 43, trad. Aulyde Soares Rodrigues) de Paul Christopher, a descoberta de um raro desenho do artista renascentista italiano Michelangelo, encontrado por acaso pela estudante de Artes Finn Ryan, dá início a uma série de assassinatos que tenta encobrir a existência da obra. Enquanto tenta sobreviver à perseguição implacável de inimigos que ganhou da noite para o dia, Finn quer saber a razão de tamanho zelo e se envolve numa intrincada teia de situações que a levam de encontro a sociedades secretas, tráfico de obras de artes e um garoto misterioso protegido pela Igreja e por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O grande número de pistas plantadas pelo autor desafia o leitor a montar um quebra-cabeças em dois tempos: num primeiro momento, ele acompanha a determinada heroína acidental Finn, disposta a descobrir por que teve sua pacata vida virada de ponta-cabeça, na Nova York de hoje. Em outro, está ao lado de um destacamento de soldados americanos numa missa secreta na fronteira da Alemanha com a Suíça durante a Segunda Guerra Mundial.
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