Publicidade
Voltar CLIPPING

Jorge Amado, um grande romancista

14 de dezembro de 2005
1 min de leitura

Publicidade
Publicidade

Desde o berço, o sobrenome de Jorge Amado emitiu sinais de que viria a ser amado pelo seu povo. Aquele homem, que tinha a cara de árabe, mas de jeito baiano, estava destinado a criar uma obra que deitaria raízes no imaginário da sua gente.
Tudo nele apontava para essa configuração brilhante, particular e universal. Distinguia-se onde estivesse. E não porque falasse alto, ditasse regras, adotasse atitudes canônicas. Seduzia devagar, com os olhos vagando pelas paredes da sala e do mundo. Andava, porém, com firmeza, diria mesmo com sutil leveza. Seu corpo falava, tudo nele dizia que era alguém sabendo por onde pisava. Certo do seu percurso. Embora se sentisse a gosto em Paris, em Barcelona, em Lisboa, em diversas cidades do mundo, onde casualmente estivemos juntos, ostentava com naturalidade a sua condição de brasileiro. Às vezes, usando camisas tropicais, outras vezes, em especial nos últimos anos, envergando um terno nunca convencional, ou mesmo com o fardão da Academia Brasileira de Letras, de que era membro. Mas sempre um cidadão da Bahia que converteu o seu cosmopolitismo em matéria brasileira. Para ler na íntegra a homenagem de Nélida Piñon a Amado, clique no título desta nota.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade