Publicidade
Publicidade
Voltar CLIPPING

Culto e educado, escritor fala de educação e cultura

24 de julho de 2005
2 min de leitura

Publicidade
Publicidade

Escolhemos o dia em que comemoramos o Dia do Escritor para ouvir Arnaldo Niskier, o escritor que é secretário (ou o secretário que é escritor). Participaram também da entrevista o poeta e acadêmico Antonio Carlos Secchin, os jornalistas Sérgio Martins, Zezé Sack e Antonia Leite Barbosa e o poeta Reynaldo Jardim.
Zezé – Durante a sua presidência, Paulo Coelho entrou para a ABL. Quais foram as dificuldades internas para essa candidatura? Niskier – Houve aquela coisa de elite que eu acho deplorável. A turma mais acadêmica reagiu dizendo que jamais poderia abrigar um “escritor de oportunidade”. Paulo Coelho naquele momento tinha vendido 54 milhões de livros. Como amo a Academia, vi que seria bom ter um cara que estaria divulgando a ABL lá fora. Reynaldo Jardim – Paulo Coelho não é um bom escritor. É um diluidor de teorias esotéricas. A crítica não gosta dele. Dá prestígio para a ABL ter o Paulo Coelho? Niskier – Quem é a crítica brasileira? É o caderno Idéias, que nunca deu uma nota a respeito de qualquer livro meu em qualquer época? Por que a revista Aurora Fluminense, que Ziraldo considera muito bonita, não merece uma linha no Idéias? É essa crítica preconceituosa que devo respeitar? Temos que trabalhar a diversidade cultural brasileira. Para ler a entrevista na íntegra clique no título desta matéria.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade