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Em livro, a trajetória de um pelotão da FEB

08 de maio de 2005
1 min de leitura

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A atuação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na 2.ª Guerra sempre foi lembrada como exemplo de bravura. A maioria dos relatos, porém, habitualmente privilegiou a visão de comandantes que, embora essenciais, nem sempre destacavam a rotina vivida pelos oficiais subalternos e praças, que enfrentaram os momentos mais agudos da guerra, em contato constante com o inimigo nas posições de front. Daí a importância de Irmãos de Armas, relato fiel da trajetória de um dos muitos pelotões de infantaria que formaram a FEB na campanha da Itália, entre 1944 e 1945, e escrito pelo ex-tenente José Gonçalves e pelo historiador Cesar Campiani Maximiano, agora editado pela Códex (304 pp., R$ 45). O livro se inicia de forma didática, relembrando a complicada situação político-social vivido pelo mundo desde 1939, quando a Alemanha invadiu a Polônia e deflagrou o conflito. Ao mesmo tempo, os autores relatam, de forma sucinta, como funcionava a hierarquia das Forças Armadas brasileiras da época, além de contar a rotina de preparação dos oficiais. A adrenalina do texto começa a subir a partir do terceiro capítulo, no desembarque na Europa.

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