Mais presente, dez anos depois
“Para comemorar, no sentido mais discreto e puro do termo, sua permanência” é a justificativa dos editores da Cosac & Naify para o lançamento, aos dez anos da morte do compositor, do livro de ensaios Três canções de Tom Jobim. A frase pode resumir o que vem acontecendo nos últimos dez anos, desde o 8 de dezembro de 1994, quando Tom morreu em Nova York: uma presença de sua obra ainda maior do que quando ele dava mole ali na Plataforma. O livro será lançado quarta-feira em São Paulo. Traz análises originais de musicólogos sobre “Sabiá” (“Canção do exílio”, por Lorenzo Mammì), a suíte “Gabriela” (“Gabrielizar a vida”, por Luiz Tatit) e “Águas de março” (“O samba mais bonito do mundo”, por Arthur Nestrovski).
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta

