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Discurso da globalização não vingou

04 de dezembro de 2004
1 min de leitura

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Esta semana, a historiadora Isabel Lustosa, pesquisadora da Casa de Rui Barbosa, lançou As trapaças da sorte (Editora UFMG, 316 pp., R$ 30), uma coletânea de ensaios. O título é o mesmo de um dos artigos, sobre Pedro Ernesto e sua relação com Getúlio Vargas. E também revela um pouco da sua visão da História. “Escolhi para o livro o mesmo nome do artigo primeiro porque é um título forte e fácil de gravar. Segundo, porque é um dos meus trabalhos preferidos. Acho que consegui estabelecer uma relação interessante entre a visão que Maquiavel e Tocqueville têm das motivações dos homens na política e o episódio que resultou na derrocada de um político importante da década de 30.” O livro foi dividido em duas partes. Na primeira, além do texto sobre Vargas, há outros sobre índios, Brasil colônia, Rui Barbosa. Na segunda parte, sobre história cultural, Isabel escreve sobre teatro e imprensa na Independência e temas mais recentes, como O Pasquim.

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