Viagem de um jovem burguês à elite do tráfico
É um livro que você lê de um fôlego só. Foi escrito com urgência, como uma reportagem. Um pouco por conta disso, a editora Luciana Villas-Boas, da Record, disse para Guilherme Fiúza, o autor de Meu Nome não É Johnny (352 pp., R$ 39,90), que o livro dele parecia um roteiro de filme. Luciana não poderia ter sido mais profética. Meu Nome não é Johnny vai virar filme produzido por Marisa Leão, marcando a parceria de duas distribuidoras que se unem pela primeira vez para financiar o mesmo projeto – a Columbia Tristar do Brasil e a Lumière. Hoje à noite você poderá ouvir o autor e conhecer mais detalhes sobre o (futuro) filme. A noite de autógrafos de Meu Nome não é Johnny – a partir das 19h30 na Siciliano Livraria & Música, do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo – é um evento que reúne a Record, a Columbia e a Lumière. O autor e o personagem do livro, João Guilherme Estrella, vão conversar com Marcelo Rubens Paiva.
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