A beleza e seu avesso
Cerca de quatro séculos antes de Cristo, Platão pensava a beleza como algo incondicional que se aplica a todos os seres e não é necessariamente visível. No mundo de hoje, no qual a beleza se tornou um imperativo irredutível, de que instrumentos se pode dispor para expressar as dimensões da existência marcadas pela feiúra? Ou o que se deve buscar a fim de reconsiderar a obrigatoriedade do belo nos variados campos da experiência humana? Essas são questões centrais abordadas no recém-lançado livro Beleza, feiúra e psicanálise (Formação Freudiana e Contra-Capa Livraria). Sob a organização dos psicanalistas Chaim Samuel Katz, Daniel Kupermann e Viviane Mosé, a coletânea reúne não só psicanalistas, mas também filósofos e pesquisadores que, em ensaios curtos, procuram desenvolver reflexões sobre o que se entende, hoje, por beleza e feiúra.
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