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A MPB foi fundamental no trabalhismo de Vargas

11 de setembro de 2004
1 min de leitura

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O samba, hoje uma espécie de passaporte brasileiro em vários países do mundo, foi, por décadas, sinônimo de uma vida à margem da sociedade. Foi justamente sobre essa transformação que a historiadora Fabiana Lopes da Cunha se debruçou em Da marginalidade ao estrelado: o samba na construção da nacionalidade (Annablume, 262 pp., R$ 30). Este livro, resultado da dissertação de mestrado em História na USP, defendida em setembro de 2000, descreve a trajetória que o samba percorreu para deixar de ser um gênero marginalizado e se transformar, na década de 40, em símbolo de brasilidade.

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