SantAnna coroa paraíso astral com Jabuti
Em uma semana, Sérgio Sant’Anna foi chamado de “um clássico da língua portuguesa” no jornal lisboeta Público. Outra semana e se tornou uma das sensações da Flip, colocando até Machado de Assis “em xeque”. Algumas voltas da Terra em torno de seu eixo de rotação a mais e seu último livro apareceu na lista dos mais cotados ao Prêmio Portugal Telecom. Na última quarta, o mesmo O Vôo da Madrugada (Companhia das Letras) consolidou o “paraíso astral” do escritor.
Sua literatura rápida laçou uma tartaruga. Ele ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de contos, quarta estatueta de quelônio para as estantes de seu apartamento nas Laranjeiras, Rio de Janeiro. Sem conseguir escrever, em meio a essas e outras tantas histórias, Sant’Anna, 63, teve seu cotidiano interrompido ainda por algumas perguntas da Folha.
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