Jabutizadas
O mineiro Bartolomeu Campos de Queiroz, autor de Até Passarinho Passa (Moderna), terá de aguardar mais alguns dias para saber se será ou não contemplado com o Prêmio Jabuti deste ano. Explica-se: seu livro infantil empatou com outras seis obras em primeiro lugar na Categoria Infantil ou Juvenil do prêmio, levando a comissão julgadora a convocar novamente o júri para que o impasse seja resolvido. Mas o escritor não deve estar tão preocupado assim. Afinal, ele recebe hoje, às 17h, o prêmio
de melhor livro infantil do ano concedido pela Academia Brasileira de Letras justamente pelo livro Até passarinho passa.
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Outro livro que merece destaque entre os vencedores do Jabuti é Mínimos, múltiplos, comuns (W11), de João Gilberto Noll, que ganhou o quelônio de melhor capa e empatou em segundo lugar com outros dois títulos na categoria Contos e Crônicas. Harmada (W11), também do Noll, ficou com a menção honrosa de terceira melhor capa.
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No melhor estilo ferrarista, a editora paulista Boitempo Editorial emplacou o primeiro e o segundo lugar no pódium de Ciências Humanas do Prêmio Jabuti. Crítica a razão dualista – o ornitorrinco, de Francisco de Oliveira, foi considerado o melhor livro da categoria publicado em 2003. Já A Vingança da História, de Emir Sader, ficou em segundo lugar, junto com outros três títulos que empataram na apuração dos votos dos jurados.
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Clique aqui e confira a edição extra do PublishNews com a lista dos ganhadores do Jabuti.
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