Quadrinhos conferem ritmo de cinema a Galvez
O escritor amazonense Márcio Souza escreveu Galvez, Imperador do Acre inicialmente como um roteiro de cinema. As aventuras de Dom Luiz Galvez Rodrigues de Ária nas fabulosas capitais amazônicas, porém, acabaram se transformando em um movimentado folhetim, lançado em 1976 – a atual edição tem o selo da editora Record (222 pp., R$ 32,90). O espírito movimentado da história, típico de um filme burlesco, favoreceu a transposição do folhetim para os quadrinhos, como comprova a edição agora patrocinada pela secretaria-executiva de Cultura do Pará. “Não se trata de um mero storyboard colorido para um futuro filme, mas um enorme desafio lançado aos cultores tanto dos quadrinhos quanto dos cinéfilos”, afirma Souza, na introdução do livro.
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