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Filho de João Goulart lança livro sobre o exílio da família
09 set 2026
Repórteres comunistas, editores fascistas, presidiários revolucionários, militantes nazistas, conspiradores integralistas. Em São Paulo, entre os anos de 1924 e 1954, o antigo Deops confiscou publicações, destruiu máquinas e prendeu pessoas envolvidas na publicação de jornais de militância política e social. Os jornaizinhos apreendidos nesse período contam diversas histórias e têm personagens fantásticos, quando não bizarros. E todos eles podem ser revistos a partir desta semana com a publicação de A Imprensa Confiscada pelo Deops – 1924-1954 (Ateliê Editorial / Imprensa Oficial do Estado, 293 pp., R$ 80), de Boris Kossoy e Maria Luiza Tucci Carneiro.
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