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E o mar se agitou

27 de março de 2004
1 min de leitura

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Por iniciativa da editora Cortez, acabam de sair do prelo dois livros que defendem a extinta Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil (AMFNB) das acusações de golpismo em 1964. Tanto o historiador Flávio Luiz Rodrigues, em sua tese Vozes do mar, como o ex-marinheiro, jornalista e fotógrafo Pedro Viegas, na obra memorialista Trajetória de um rebelde, deixam claro em seus textos que a AMFNB foi criada primeiramente apenas como centro recreativo, tendo passado a lutar posteriormente pelos direitos de seus associados, cansados dos maus-tratos da oficialidade.

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