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Em O Som e a Fúria, Faulkner narra a decrepitude do mundo

22 de março de 2004
1 min de leitura

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Publicado em 1929, O Som e a Fúria não é só o melhor romance do norte-americano William Faulkner (1897-1962) mas também uma das mais contundentes peças de ficção produzidas no século 20. A boa notícia, para o leitor brasileiro, que há muitos anos não contava com uma versão nacional da obra, é que o romance agora está sendo lançado numa tradução – definitiva – de Paulo Henriques Britto (Cosac & Naify, 335 pp., R$ 53). A história dos Compson, decadente família do Mississippi, tornou-se marco estético para o próprio Faulkner, que reconheceu nunca ter escrito uma obra que lhe fizesse sentir tamanho “êxtase” criativo.

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