Cidadania pela arte
Bordar, trançar, moldar. Estes verbos remetem a atividades ancestrais cultivadas por um longo tempo como uma herança valiosa transmitida de pais para filhos. Um legado de técnicas que, para muitos, deixou de ter importância e, em muitos casos, parece fadado a desaparecer. E isso mesmo no Brasil, onde a riqueza do artesanato é lendária. Mas é também aqui que alguns programas, como o Artesanato Solidário, resgatam e garantem a preservação desse conhecimento, ao mesmo tempo em que cumprem um outro papel: contribuem para a geração de renda em comunidades pobres de várias regiões do País. A forma como esse trabalho se desenvolve é o tema de Da Sede ao Pote (144 págs., R$ 40, livro institucional do Artesanato Solidário, lançado ontem no Museu da Casa Brasileira (MCB).
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