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Solidão define 370 primeiros anos de SP

11 de novembro de 2003
1 min de leitura

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Esqueça a locomotiva do país, o frenesi, as multidões e todos os superlativos que acompanham São Paulo às portas dos seus 450 anos. A cidade descortinada por A Capital da Solidão (560 pp.,R$ 62,90), do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, lançado nesta semana pela Objetiva, é acanhada, isolada, insignificante no contexto nacional. Numa narrativa fluida e avessa ao academicismo, o livro conta a história da paulicéia desde a Operação Rio da Prata, em 1530, que levaria Martim Afonso a São Vicente, até 1900, quando a chegada dos bondes elétricos e dos primeiros carros fascinava a cidade.

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