Publicidade
Voltar CLIPPING

Ivan Junqueira dialoga com a tradição

08 de novembro de 2003
1 min de leitura

Publicidade
Publicidade

Ivan Junqueira, 71, é um homem sem pressa. “Tenho 25 poemas inéditos, mas não sei se vou publicá-los no ano que vem”, diz o poeta, para quem os poemas devem ser trabalhados com calma.
Cita o caso da primeira das suas Três Meditações na Corda Lírica. “Os dez primeiros versos me saíram de chofre, em 1968, mas o poema só me voltou dez anos depois. Só escrevo quando a poesia quer”, afirma à Folha, por telefone, da sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio, da qual é membro e secretário-geral. Os grandes momentos da vontade da poesia estão reunidos agora pela Global na série Melhores Poemas (253 pp., R$ 35), lançamento quase simultâneo à reedição de outra antologia, Testamento de Pasárgada, organizada por Junqueira, da obra de Manuel Bandeira (1886-1968). Mas o poeta não vê nas antologias uma chance de popularizar a poesia.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade