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Filho de João Goulart lança livro sobre o exílio da família
09 set 2026
Na década de 1930, quando surgiu na literatura egípcia, Nagib Mahfuz, o futuro Nobel, escrevia romances sobre faraós, como A batalha de Tebas (Record, 381 pp., R$ 42). A crise da 2ª Guerra Mundial levou-o a mudar o foco para a atualidade de seu país. Primeiro, como documentarista da vida nas grandes cidades; depois, como miniaturista da sociedade em mudança. Embora escritos com um intervalo de 20 anos, O Beco do Pilão (Planeta, 319 pp., R$42) – 1947 – e Miramar (Berlendis e Vertechia, b236pp., R$ 35) – 1967 – assemelham-se no propósito de retratar o Egito em transe, mediante cortes no tempo e no espaço de personagens apenas um pouco mais do que anônimos.
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