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A deriva social de Marcelino Freire

05 de julho de 2003
1 min de leitura
MarcelinoFreireDivu

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Marcelino Freire, autor de BaléRalé (Ateliê, 144 pp., R$ 20), é um dos “escritores orgânicos” da geração de prosadores dos anos 1990. Além de ter organizado a revista PS:SP, está editando, para a Ateliê, a coleção LêProsa, que pretende publicar textos de nomes importantes para essa geração, como Rosário Fusco e Márcia Denser, e obras inéditas. Ele participou, também, tanto da primeira quanto da segunda coletânea Geração 90 (Manuscritos de Computador e Transgressores), organizadas por Nelson de Oliveira. Freire, de 36 anos, tem um forte sotaque pernambucano. “Minha prosa tem sotaque nordestino, mas não me sinto influenciado pelo maracatu, pelo cordel, pela embolada”, diz. “Nunca coloquei chapéu de couro.”

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