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Corte de patrocínios na BR gera apreensão

13 de junho de 2003
1 min de leitura

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A BR-Distribuidora, subsidiária da Petrobrás e uma das estatais que mais investem em cultura, usando renúncia fiscal (leis Rouanet e do Audiovisual) ou patrocínio direto, está renegociando os projetos para 2003 sem contrato assinado – os “apalavrados”. A empresa reduziu sua verba deste ano em 12% (R$ 50 milhões contra R$ 56 milhões em 2002) e precisa reavaliar seus gastos, segundo informou o seu gerente de Comunicação e Marketing, Sérgio Bandeira de Mello. Ele garante que os contratos já assinados serão honrados e promete não cortar nenhum, mas rever os valores de todos.

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