Após 16 anos, Vitae se despede da América Latina
Acabou-se o que era doce. Depois de 16 anos, serão extintas as bolsas Vitae de arte, criadas em 1987. Nesse período, a Fundação Vitae distribuiu US$ 85 milhões para projetos no Brasil (US$ 6,2 milhões para as bolsas) e outros US$ 160 milhões na Argentina e no Chile. Tornou-se, em menos de duas décadas, referência de seriedade e de critério para concursos de desenvolvimento de projetos artísticos. Entre outros, a Vitae ajudou a desenvolver projetos artistas como o de Paulo Lins, autor de Cidade de Deus, quando este era ainda desconhecido. Ajudou na publicação do primeiro livro de Milton Hatoum, autor de Relato de um Certo Oriente. No ano que vem, sairão as últimas Bolsas Vitae de Artes (literatura, música, teatro e dança), programa que aplicou nesses 16 anos US$ 6,2 milhões no fomento de projetos artísticos.
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