Sherlock Holmes russo une história e mistério
Professor de literatura e língua japonesas na Universidade de Moscou, o russo Grigorij Tchkartichevili andava cansado da rotina e do obscurantismo até descobrir um filão – aproveitando-se da abertura política dos anos 90, ele desistiu de textos científicos para mergulhar em uma das suas paixões, o romance policial. Criou uma espécie de versão russa do detetive Sherlock Holmes, chamado Erast Fandórin, e, já sob o pseudônimo de Boris Akunin, lançou 13 romances que, juntos, venderam mais de 8 milhões de exemplares. Os dois primeiros, Rainha do Inverno (288 pp., R$ 36,90) e A Jogada Turca (280 pp., R$ 35,90), foram recentemente lançados pela editora Objetiva, com tradução direta do russo. As aventuras de Fandórin encantaram a Europa, justamente por ter a história como pano de fundo. “A pesquisa é fundamental em meu trabalho, pois os dados históricos são ponto importante da trama”, reconhece Tchkartichevili. Clique no título da matéria e leia a entevista com o autor.
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