Três décadas depois, situacionismo vive seu apogeu editorial no Brasil
No mercado editorial brasileiro, o situacionismo revive (ou vive pela primeira vez). Até 1997 as prateleiras nacionais não comportavam nem mesmo o livro mais emblemático dos situacionistas. Foi neste ano que a editora Contraponto, do Rio, lançou, tirando um atraso de 30 anos, o volume Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord. Dois anos depois, a editora Vozes investiu no extenso ensaio Guy Debord, de Anselm Jappe, sobre o principal expoente da Internacional Situacionista. Mas foi a partir do ano passado que os “situs” ganharam sua principal embaixada no país, a editora Conrad. De 2002 para cá, eles publicaram a coletânea I.S. Situacionista, Teoria e Prática da Revolução, o clássico A Arte de Viver para as Novas Gerações, de Raoul Vaneigem, e TAZ – Zona Autônoma Temporária, do “neo-situacionista” Hakim Bey, entre outros.
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