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Filho de João Goulart lança livro sobre o exílio da família
09 set 2026
Se você ainda não sabe que muito da alegria da arte impressionista dependeu dos domingos e feriados na França, então você precisa ler o historiador e crítico americano Meyer Schapiro (1904-1996), que levou quase toda a vida para escrever esse magnífico Impressionismo – reflexões e percepções (Cosac & Naify, 359 pp., R$ 128), publicado depois de sua morte. Schapiro não foi um historiador burocrático. Ele pertenceu a uma escola inventiva da história da arte, não satisfeita apenas com fatos e dados, mas também com o que a arte poderia representar social e emocionalmente para os espectadores.
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