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A ditadura do dinheiro é a mais cômoda

16 de dezembro de 2002
1 min de leitura

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Logo após receber o prêmio Nobel de Literatura, o húngaro Imre Kertész, de 72 anos, afirma que segue “partido em dois”. Depois de “60 anos de isolamento”, solidão, pobreza e anonimato, o autor de Sem destino se sente um peixe fora d’água na agenda de entrevistas, dinheiro e banquetes, mas resolve o conflito com ironia: “Vivi sob três ditaduras: a nazista, a comunista e a do dinheiro. E esta última é a mais cômoda.” Clique no título da matéria e leia a entrevista com o autor húngaro.

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