Feliz Ano Velho faz aniversário
Há obras que definem uma geração. Há 20 anos, o País acabara de votar para governador, mas ainda vivia sob o regime militar quando o filho do deputado Rubens Paiva, desaparecido por obra de agentes do governo, lançou Feliz Ano Velho, pela editora do momento, a Brasiliense. Combinando bastante autobiografia, muita liberdade gramatical e um outro tanto de imaginação, Marcelo Rubens Paiva, de 23 anos, calouro da Escola de Comunicações e Artes da USP, havia escrito o best seller que inauguraria o clima de liberdade e confusão que marcou os anos 1980. Atualmente, Paiva afirma ter perdido a conta de quantos exemplares já foram vendidos. “Parei nos 700 mil. Muitas faturas se perderam; também foi traduzido para muitos países, e alguns nunca me pagaram, como a Argentina e os EUA.” Clique no título da matéria e leia a entevista com o autor.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta

