Editores e livreiros vão a Lula
Os editores e os livreiros do País também querem fazer parte do pacto social do futuro governo Lula. Ontem, o presidente da CBL, Raul Wassermann, esteve na reunião na qual o presidente eleito buscava definir o modelo do pacto social que preconiza. Wassermann esteve na reunião para reafirmar uma série de reivindicações que a CBL já tinha feito aos candidatos ainda durante a campanha eleitoral. “O mercado precisa crescer e ganhar benefícios para melhorar o sistema de bibliotecas, por exemplo”, disse o editor, ao sair da reunião. Ele negou que o setor esteja buscando mais facilidades fiscais. “O estímulo fiscal é a menor questão; nós já temos imunidade tributária na questão do papel e do livro”, afirmou. “Nosso problema é conseguir preços menores com uma produção maior, para aumentar a oferta de livros e melhorar nossas indústrias.”
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