O Olimpo do livro brasileiro
Imagine um clubinho que reúna, entre mais de 250 sócios, o banqueiro Pedro Moreira Salles; o presidente da Fiesp, Horácio Lafer Piva; o autor de novelas Manoel Carlos; o ator Paulo Betti; o vice-presidente Marco Maciel; e o bibliófilo José Mindlin. Imagine agora que você pode entrar a qualquer momento para este clube com um simples telefonema. Com no máximo R$ 300 por ano dá para ficar em pé de igualdade com os mais abastados. Falta descobrir se você partilha dos ideais e objetivos dessa sociedade quase secreta. Ela se chama Confraria dos Bibliófilos do Brasil e existe desde 1995. Hoje são 250 membros, viciados em imprimir novas edições de livros de autores brasileiros consagrados, especialmente elaborados com processos gráficos e de acabamento não convencionais ou extintos. As tiragens, em número limitadíssimo, destinam-se exclusivamente ao prazer daqueles que compõem o clube. Para ser confrade é só adquirir os novos lançamentos. Não há taxa de inscrição ou outra despesa qualquer. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected].
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