Muito mais do que um revolucionário
Foi uma história de utopias e sonhos que começou no banco da escola e terminou na prisão. Dos anos dourados aos anos de chumbo, frei Betto quis contar sua história para refletir a história do Brasil. Conseguiu. Alfabetto (Ática) é bem escrito e necessário neste momento de vácuo ideológico. Vai ser lançado nesta segunda, no restaurante paulista A Toca, com quitutes mineiros de sua mãe Maria Estella Libânio Christo. São 60 histórias curtas do jardim de infância à universidade, passando pelo sexo e a dúvida da iniciação religiosa, com críticas ao colégio de padres onde morava um Deus repressor. É o quadragésimo oitavo livro do autor. Clique no título da matéria e leia a entrevista com frei Betto.
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