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Leitores pagam pantufas e jantares para autora

31 de agosto de 2002
1 min de leitura

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Clarah Averbuck diz que não está muito contente em ter virado personagem. “É meio chato, ficam falando do meu cabelo, da tatuagem; o que escrevo é muito mais importante.” Se há algo que a incomoda, é a comparação com Fernanda Young. “Dizem que somos parecidas, porque somos mulheres, louquinhas, ela é mãe punk, pintamos o cabelo, usamos tatuagem, somos jovens escritoras; para começar, ela não é jovem”, diz.

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