José Bonifácio, pioneiro ecológico
O Brasil destrói sistematicamente sua natureza ou é um dos poucos países de herança colonial que a preserva? É o país que perdeu 93% de sua vegetação litorânea ou o que deu o primeiro exemplo, com o replantio da Floresta da Tijuca, no Rio, há 150 anos? Só pensou em ecologia quando o tema virou moda, no fim do século 20, ou essa preocupação é antiga? Essas questões estão no livro Um Sopro de Destruição – Pensamento Político e Crítica Ambiental no Brasil Escravista (1786-1888) do historiador e cientista político José Augusto Pádua, que acaba de sair pela Editora Zahar, contando que nossos intelectuais lutaram por preservar riquezas naturais ou, como ele prefere dizer, “provando que nossa crítica ambiental vem do século 18”.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


