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Bravo!

Artes das redes da revista, já no projeto gráfico renovado ao impresso

Bravo! retoma edição impressa com revista trimestral e novo projeto gráfico

Revista voltar a circular em versão impressa em meados de agosto, com quatro edições por ano, uma a cada estação, mantendo a produção diária no site e nas redes sociais

29 julho 2026

Editora Abril integra as revistas Bravo!, Veja São Paulo e Comer e Beber

Projeto reúne três marcas e potencializa cobertura cultural e de lifestyle do país, sob a batuta da jornalista Alice Granato

7 abril 2026

Revista Bravo! é relançada em versão digital

Revista dedicada à Cultura tinha sido descontinuada em 2013

17 agosto 2016

Foi Clarice que disse?

Muitas das pensatas creditadas à Clarice Lispector na internet não

8 janeiro 2013

Os favoritos de: Fabrício Carpinejar

O poeta gaúcho, que está comemorando dez anos de carreira, relança pela Bertrand Brasil o livro Um terno de pássaros ao Sul (Bertrand, 96 pp., R$ 25), acrescido de novos poemas. Editada originalmente em 2000, sob aplausos da crítica, a obra evoca o último diálogo de um filho com o pai ausente. Carpinejar apontou para a revista Bravo! os versos da literatura brasileira que mais o emocionam - aqueles que, segundo o autor, nunca serão apenas fragmentos. Confira.

6 agosto 2008

Revolução impressa

Um dos sintomas mais nítidos do aumento de profissionalismo e qualidade das edições brasileiras está, sem dúvida, nas traduções. Se, há apenas alguns anos, o hábito das editoras era recorrer às versões inglesas e/ou francesas para verter para o português as mais distantes e estranhas línguas, o quadro que temos hoje, por contraste, representa uma verdadeira revolução. Esse movimento teve início com iniciativas ousadas de grandes editoras do passado. Um caso exemplar é o da antiga Globo, de Porto Alegre, que, entre as décadas de 30 e 50, lançou um projeto de edições de clássicos respeitável até hoje, convidando autores nacionais importantes. Uma série de fatores fizeram com que as editoras brasileiras começassem a assumir como natural a necessidade de traduzir diretamente das línguas, por mais exóticas que fossem ou parecessem - do japonês ao árabe, do servo-croata ao catalão, passando até pelo alemão. E isso não ocorreu apenas com as grandes e tradicionais casas - Record, Companhia das Letras, Nova Fronteira, Objetiva, Rocco, Martins Fontes -, mas também com médias e pequenas, como a Estação Liberdade, a Berlendis & Vertecchia, a 7Letras. Ou mesmo selos como a Paraula, de Porto Alegre, e a Giordano, de São Paulo. A norma agora, em todos esses casos, é traduzir diretamente do original e recorrer a uma tradução intermediária apenas em último caso e, mesmo assim, com mil cuidados.

5 abril 2004