Refexões sobre a arte de ilustrar
O cartunista Liniers explica a Argentina que retrata na tira Macanudo
Diariamente, desde 2002, os leitores do jornal argentino La Nación recebem pela manhã uma mensagem passada por uma palavra fora de moda, cuja tradução mais adequada seria “supimpa”. Sob a palavra, surgem tiras com personagens bem-humorados, inocentes, emotivos, perspicazes ou inteligentes, que tornaram Ricardo Siri, o Liniers, de 37 anos, um dos mais renomados quadrinistas contemporâneos da Argentina. Tudo por causa da supimpa Macanudo. Liniers vem ao Brasil para participar de uma mesa da Rio Comicon, realizada na Estação da Leopoldina, de 20 a 23 deste mês. Ao lado de Salvador Sanz (autor da graphic novel Noturno), o criador de Macanudo vai falar, no dia 21, às 20h, sobre a arte sequencial de seu país. “O que me levou a fazer quadrinhos foi uma ideia simples. Eu imaginei que lindo seria poder desenhar como Quino ou Maitena. Então resolvi que deveria tentar”, explica Liniers.
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