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O bom de ser freela

01 de fevereiro de 2012
2 min de leitura
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Como terminei o ano listando algumas coisas de que o freela sente falta, resolvi começar 2012 com o pé direito, listando as sete coisas de que o freela não sente falta.

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Como terminei o ano listando algumas coisas de que o freela sente falta, resolvi começar 2012 com o pé direito, listando as coisas de que o freela não sente falta.

E vamos a elas:

1 – Sair de casa em dias de muito frio ou muito calor. Uma das maiores vantagens do freela (e também desvantagem em alguns casos, como já falei nesta coluna) é ficar em casa. Em dias de frio, chuva ou calor intenso é muito bom não ter que por o pé pra fora, a não ser que seja para ir à piscina, no último caso.

2 – Não pegar trânsito. É outra vantagem de se trabalhar em casa, ainda mais se você morar em uma cidade caótica como São Paulo, que é o meu caso.

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3 – Trabalhar com gente à sua volta. Esta é a famosa faca de dois gumes. Está na lista que fiz das coisas de que o freela sente falta, mas muita gente reclamou comigo que é o oposto. Pelo visto, a galera não anda se dando bem com os coleguinhas de trabalho, hein?

4 – Ter que se vestir bem para trabalhar. Gosto de me vestir para trabalhar, mas não de ter que usar calça comprida todos os dias. E tem gente que precisa usar camisa, terno e até gravata. Poder ficar de bermuda, camiseta e chinelo é um belíssimo ponto positivo.

5 – Ter chefe. Bom, mais um ponto controverso. Teoricamente o seu chefe é você mesmo, mas isso pode ser pior do que ter um chefe externo. E sempre é possível encontrar chefes bacanas. Eu tive sorte de ter alguns na minha vida profissional que até se tornaram meus amigos.

6 – Reuniões. Duvido que alguém sinta falta de reuniões. A teoria por trás delas é boa, mas praticamente todas acabam sendo improdutivas e levam do nada ao lugar algum.

7 – Ter horários fixos. É realmente muito bom poder fazer seu próprio horário, mas é claro que é preciso se policiar para não descambar e acabar produzindo pouco. Sabendo usar com responsabilidade, este ponto é uma dádiva. Um bom exemplo é o que já citei uma vez: posso ir surfar numa terça de manhã e à tarde estar trabalhando para cumprir minha cota diária, até a noite.

E você, amigo freela, concorda? Acha que faltou algo? Entre esta lista acima e a anterior, qual você acha que sai ganhando? Me adicione no Twitter e discuta esses assuntos, dê sugestões e opiniões sobre o que lê aqui. Até o mês que vem.

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Cassius Medauar
Cassius Medauar

Cassius Medauar (@cassiusmedauar) é formado em Jornalismo pela Cásper Líbero e está no mercado editorial há vinte anos, tendo trabalhado como editor (Conrad, Pixel/Ediouro e JBC), ...

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