Lúcio Rangel vê os pioneiros
Publicado em 1962, ‘Sambistas e chorões’ ganha reedição
João Máximo, grande nome do jornalismo musical brasileiro, dá uma ideia da dimensão da importância do crítico Lúcio Rangel no prefácio da recém-lançada reedição do clássico Sambistas e chorões (IMS, 200pp., R$ 49,90). Ele escreve: “Em suas colunas em Manchete, ou em vários jornais, ou na edição de sua Revista da música popular, lançada em 1955, ou neste Sambistas e chorões, de 1962, ele indicou o que ouvir a toda uma nova geração de curtidores de música”. Sambistas e chorões (compilação de textos publicados em jornais e revistas reunidos na edição original, de 1962), teria portanto ajudado o Brasil a ouvir melhor nomes como Lamartine Babo, Pixinguinha, Vadico e Noel Rosa.
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