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Apanhadão: Isabel Allende se pronuncia contra o fascismo ao receber prêmio

19 de outubro de 2026
2 min de leitura
Sergio Hernández Carrasco (finalista) e Isabel Allende (vencedora) no Prêmio Planeta 2026 | © Divulgação
Sergio Hernández Carrasco (finalista) e Isabel Allende (vencedora) no Prêmio Planeta 2026 | © Divulgação

Veja também: 'o livro que ninguém consegue ler' e a entrevista com Djamila Pereira de Almeida

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Na última semana, o jornal O Globo republicou a nota da AFP sobre o discurso da autora Isabel Allende no Prêmio Planeta, realizado na Espanha. Ao receber o troféu dos reis do país pelo romance La hora antes del Alba, a chilena contou sobre o autoritarismo que ameaça das democracias pelo mundo: “Volto a sentir o medo que me obrigou a deixar meu país após o golpe militar de 1973”, disse.

Outra publicação d’O Globo retomou o caso de Thélyson Orélien, que reconheceu publicamente ter reproduzido textos de outros autores em suas publicações. No entanto, o jovem escritor haitiano-canadense (38) negou ter usado inteligência artificial na criação dos conteúdos em seu lançamento recente, C’était ça ou mourir. O júri do prêmio Goncourt retirou a obra da lista de finalistas deste ano.

No Estadão, um compilado de seis livros para professores e uma reportagem explicando por que ler Moby Dick, clássico que foi um fracasso de vendas na época de seu lançamento. Na Folha, o Painel das Letras escreveu sobre o lançamento do primeiro livro de Pedro Almodóvar no Brasil e a Ilustrada destacou a relevância histórica do ursinho Pooh entre as publicações infantis.

O Metrópoles realizou uma entrevista com Djamila Ribeiro. Em um dos trechos da entrevista, a autora de Lugar de fala (Record) detalha sua percepção de que menos autores negros estão sendo menos publicados.

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Conhecido como “livro que ninguém consegue ler”, a história do manuscrito medieval Manuscrito Voynich, atualmente guardado no porão da Biblioteca de Livros Raros e Manuscritos Beinecke da Universidade de Yale, foi tema na CNN. Atribui-se a origem do documento ao século XVI, mas sua autoria e língua permanecem desconhecidas.

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Beatriz Sardinha

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